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Serviço Geológico do Brasil amplia acesso a dados sobre riscos geológicos e hidrológicos para prevenção de desastres

O Serviço Geológico do Brasil (SGB) apresentou, em webinar realizado em 7 de outubro, seus principais estudos e bases de dados relacionados a riscos geológicos, hidrológicos e prevenção de desastres. A atividade teve como objetivo mostrar como interpretar informações técnicas e como acessar produtos públicos desenvolvidos pela instituição. SGB Embora o encontro tenha sido dirigido inicialmente a jornalistas e comunicadores, os dados disponibilizados pelo SGB têm aplicação direta também para gestores públicos, engenheiros, Defesa Civil, planejadores urbanos e profissionais de saneamento. Produtos públicos podem apoiar decisões territoriais Durante o evento, o SGB apresentou diferentes produtos voltados à prevenção de desastres. Entre eles estão cartografias de risco geológico, mapas de suscetibilidade, avaliações pós-desastre, diagnósticos de populações expostas e estudos de aptidão à urbanização. SGB O órgão também mantém sistemas e bases de dados voltados a hidrologia, hidrogeologia e monitoramento de eventos críticos. Dados são acessíveis publicamente Segundo o SGB, os produtos técnicos produzidos pela instituição são públicos. Os relatórios voltados à prevenção de desastres podem ser consultados no portal específico mantido pelo órgão. SGB A abertura desses dados permite que municípios incorporem informações geológicas e hidrológicas aos processos de planejamento e gestão de riscos. Saneamento também depende de leitura territorial Infraestruturas de saneamento podem ser afetadas diretamente por deslizamentos, enchentes e erosões. Adutoras, estações elevatórias, reservatórios, redes, captações e estações de tratamento podem estar localizados em áreas sujeitas a instabilidades geológicas ou eventos hidrológicos extremos. Por isso, a leitura de risco territorial pode apoiar decisões sobre localização de ativos, expansão de redes e planos de contingência. Mapa de suscetibilidade não é mapa de risco Um ponto técnico importante é diferenciar conceitos. Mapas de suscetibilidade indicam áreas com maior propensão física à ocorrência de determinados processos. Mapas de risco incorporam também elementos de exposição e vulnerabilidade. Essa distinção é essencial para evitar interpretações equivocadas dos produtos geocientíficos. Ferramentas podem apoiar fiscalização e contingência Para agências reguladoras e prestadores, dados do SGB podem ser utilizados como referência complementar em: - inspeções de ativos; - planejamento de contingência; - priorização de investimentos; - expansão de infraestrutura; - avaliação de vulnerabilidade; - planejamento de emergência. Essas informações não substituem estudos locais detalhados, mas ajudam a indicar áreas que merecem investigação aprofundada. Saiba em 30 segundos - O SGB realizou webinar em 7 de outubro. - Foram apresentados estudos sobre riscos geológicos e hidrológicos. - Os produtos técnicos são públicos. - A instituição mantém cartografias de risco e suscetibilidade. - Os dados podem apoiar municípios, Defesa Civil e infraestrutura. SGB Por que isso importa A adaptação climática e a prevenção de desastres dependem cada vez mais de informações espaciais confiáveis. No saneamento, conhecer previamente áreas suscetíveis a inundações, deslizamentos e outros eventos permite melhorar decisões sobre localização, reforço e proteção de ativos. Fonte Serviço Geológico do Brasil (SGB) — “Webinar do SGB apresenta estudos sobre riscos geológicos e hidrológicos a jornalistas e comunicadores”, 7/10/2026.

SGB apresentou sistemas, cartografias e estudos públicos que podem apoiar Defesa Civil, municípios e planejamento de infraestrutura.

O Serviço Geológico do Brasil (SGB) apresentou, em webinar realizado em 7 de outubro, seus principais estudos e bases de dados relacionados a riscos geológicos, hidrológicos e prevenção de desastres.

A atividade teve como objetivo mostrar como interpretar informações técnicas e como acessar produtos públicos desenvolvidos pela instituição.

Embora o encontro tenha sido dirigido inicialmente a jornalistas e comunicadores, os dados disponibilizados pelo SGB têm aplicação direta também para gestores públicos, engenheiros, Defesa Civil, planejadores urbanos e profissionais de saneamento.

Produtos públicos podem apoiar decisões territoriais

Durante o evento, o SGB apresentou diferentes produtos voltados à prevenção de desastres.

Entre eles estão cartografias de risco geológico, mapas de suscetibilidade, avaliações pós-desastre, diagnósticos de populações expostas e estudos de aptidão à urbanização.

O órgão também mantém sistemas e bases de dados voltados a hidrologia, hidrogeologia e monitoramento de eventos críticos.

Dados são acessíveis publicamente

Segundo o SGB, os produtos técnicos produzidos pela instituição são públicos.

Os relatórios voltados à prevenção de desastres podem ser consultados no portal específico mantido pelo órgão.

A abertura desses dados permite que municípios incorporem informações geológicas e hidrológicas aos processos de planejamento e gestão de riscos.

Saneamento também depende de leitura territorial

Infraestruturas de saneamento podem ser afetadas diretamente por deslizamentos, enchentes e erosões.

Adutoras, estações elevatórias, reservatórios, redes, captações e estações de tratamento podem estar localizados em áreas sujeitas a instabilidades geológicas ou eventos hidrológicos extremos.

Por isso, a leitura de risco territorial pode apoiar decisões sobre localização de ativos, expansão de redes e planos de contingência.

Mapa de suscetibilidade não é mapa de risco

Um ponto técnico importante é diferenciar conceitos.

Mapas de suscetibilidade indicam áreas com maior propensão física à ocorrência de determinados processos.

Mapas de risco incorporam também elementos de exposição e vulnerabilidade.

Essa distinção é essencial para evitar interpretações equivocadas dos produtos geocientíficos.

Ferramentas podem apoiar fiscalização e contingência

Para agências reguladoras e prestadores, dados do SGB podem ser utilizados como referência complementar em:

  • inspeções de ativos;
  • planejamento de contingência;
  • priorização de investimentos;
  • expansão de infraestrutura;
  • avaliação de vulnerabilidade;
  • planejamento de emergência.

Essas informações não substituem estudos locais detalhados, mas ajudam a indicar áreas que merecem investigação aprofundada.


Saiba em 30 segundos

  • O SGB realizou webinar em 7 de outubro.
  • Foram apresentados estudos sobre riscos geológicos e hidrológicos.
  • Os produtos técnicos são públicos.
  • A instituição mantém cartografias de risco e suscetibilidade.
  • Os dados podem apoiar municípios, Defesa Civil e infraestrutura.

Por que isso importa

A adaptação climática e a prevenção de desastres dependem cada vez mais de informações espaciais confiáveis.

No saneamento, conhecer previamente áreas suscetíveis a inundações, deslizamentos e outros eventos permite melhorar decisões sobre localização, reforço e proteção de ativos.


Fonte

Serviço Geológico do Brasil (SGB) — “Webinar do SGB apresenta estudos sobre riscos geológicos e hidrológicos a jornalistas e comunicadores”, 7/10/2026.

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